sexta-feira, 30 de maio de 2008

Amor à Bahia

Gente esse texto não é meu(peguei do orkut do meu professor), mas concordo com tudo aí.
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Ser baiano é amar a Baêeaa!!É viver! Se jogar! Aproveitar essa terra abençoada por Natureza, mas que beleza. E em Fevereiro??Em Fevereiro teve o carnaval....Ahhhh o Carnaval!!Ser baiano é ir atrás do trio...é curtir o ?? ? (é claro), Iveteeee e o Chicletãoo..." Eu fui atrás do caminhão, fazer meu carnaval, e o carnaval é feito do coração..."¨Ser baiano é...Ser chamado de preguiçoso pelos paulistas e sentir no tom de voz que eles morrem de inveja porque aqui tudo é mais perto...Toda hora é cedo... e o trem das 11:00 passa também às 12:30... de modo que sempre dá pra tomar mais uma ...E se lá e a terra da garoa, aqui é a terra da alegria, do sol, diversão! E eu prefiro aqui!É morrer de rir e fazer resenhas dos gringos tentando imitar as coreografias que fizeram sucesso no nosso verão (hehehe). Aquelas tentativas zarras de nos imitar... rsrsr...Onde estamos fazemos amigos, sabemos conversar, cantar, dançar, curtir, encantar e sorrir... hehehe...Todas querem o Baiano!! Modéstia à parte, somos bons de cama...É soltar um oxe, oxe em qualquer lugar e achar massa!! É falar "na moral, "de fudê", "êtaaa", "falô"," to durmino", "buzú", "fazeno", "Deus é mais!", "bora armá os esquema", "vixe", "mainha", "painho", "oh retado", "colé" , "lá ele", "brau"... " vamo pro reggae"...É chamar sua amiga de piriguete, seu amigo de corno, viado, relento, seu porra, e eles não se incomodam... hehe... e falar "oh negão chega ai... bora Cumê água, véi!"Ser baiano é marcar um compromisso pra "de hoje a oito"...... Só baiano mesmo!Ver o Pôr-do-Sol do Farol......da Barra, do Humaitá, de Mar Grande...Aaaahhh..de qualquer lugar...Pois aqui o sol se põe inteiro!Em qualquer lugar dá pra vê-lo dormir sobre o mar...Ser baiano é falar: ô minha tia, me dê um acarajé aí na moral!É ficar retado quando falam mal da gente.Ser baiano é ser feliz, estar de bem com a vida, receptivo, disposto a ajudar.È ser honesto e guerreiro, ser amigo, é ter consciência que Deus pegou o melhor das outras partes do mundo, encostou no mar, no lado de umas serras, cortou por uns rios... Misturou tudo... E fez uma esse LUGAR único chamado BAHIA.Cá pra nós: o Baiano é Foda!!

terça-feira, 27 de maio de 2008

Sem titulo

Hugo era um homem de 39 anos, muito bonito, alto e um bom porte físico, sempre arrumado. Também muito inteligente, era bem sucedido no trabalho, tinha um apartamento na parte nobre da cidade, mas era solitário. Não tinha esposa, nem namorada. Não tinha família nenhuma, seus pais já haviam morrido. No trabalho não se envolvia com ninguém, para ele todos eram meros colegas de trabalho.
Estava na estrada em mais uma de suas viagens de trabalho, e veio na sua mente toda sua vida. E o resultado foi deprimente, ele era um infeliz. Sua mente estava a mil, em um turbilhão. Naquele momento pensou em se matar, não faria diferença pra ninguém. Viu um poste e com força se jogou a ele, não viu mais nada.
Hugo acordou em uma sala de hospital, era um hospital público. O médico chega e se alegra por Hugo ter acordado. E ele espantado pergunta o que aconteceu não se lembrava de nada. O médico contou tudo, e que ele está vivo era um milagre. Com um tom bem cético, perguntou quando teria alta, o médico disse que em três dias.
Durante este tempo ninguém foi visitá-lo, e se sentiu triste novamente. E pensou: “Por que eu não morri?” e aquilo ficou em sua mente por um bom tempo. Teve alta e voltou pra seu apartamento solitário.
Mas aquilo ficou na sua cabeça, “Por que eu não morri?”. Voltou a sua vida medíocre de trabalho-casa, casa-trabalho. Outro dia indo pro seu escritório, na sua pequena caminhada do estacionamento até seu escritório pôde ver uma menininha, de roupas singelas, pés no chão, brinquedos quebrados, mas um largo sorriso no rosto, os olhos brilhavam feito duas estrelas, e estava pedindo dinheiro.
Ficou abismado com aquilo, aquela menina não tinha nada, mas era feliz, ele que tinha tudo, e queria morrer diante tamanha da tristeza que sentia. Não era de beber, mas foi à única opção que achou para afogar suas tristezas. Foi a um bar, o mais badalado da cidade. Sentou-se na mesa do canto, sozinho. Pediu uma cerveja e ficou lá bebendo de pouco em pouco, odiava cerveja.
Ficou ali por um bom tempo, então chegou uma mulher, a mais linda que já tinha visto. Ela sentou na mesa ao lado e pediu um suco. Hugo ficou embasbacado com a mulher. Não conseguia tirar os olhos dela, ela percebeu, mas mesmo assim continuou a olhá-la, algo incomum na sua vida, sempre foi muito tímido com as mulheres.
Ele achava que ela estava esperando alguém então ficou esperando, para ver se alguém aparecia. Depois de meia-hora ninguém se aproximou dela. Sentiu que era o momento, enfim um pouco de adrenalina na sua vida, tomou mais um gole de cerveja e se dirigiu até a mesa dela. Sentiu seu rosto ferver.
Chegou um pouco tímido, mas aos poucos foi se soltando, além de linda era bem simpática e inteligente. Chamava-se Júlia, tinha 32 anos e vinha de um relacionamento complicado. Ela logo percebeu que ele era solitário e triste, necessitava de alguém para amar assim como ela.
Trocaram telefones e marcaram um encontro para a próxima semana. Hugo não pôde acreditar naquilo tudo, finalmente estava sendo feliz. E tinha conhecido uma mulher, linda e inteligente, que poderia mudar a sua vida.
Finalmente chegou a sexta-feira, o dia do encontro. Se arrumou e foi ao encontro de sua amada. Ela estava linda. Hugo ficou sem palavras diante de Júlia. Foram a um restaurante, um dos mais caros da cidade, queria mesmo impressiona-la. Hugo foi muito cavalheiro com ela, o tempo todo. Conversaram bastante. Já no final, Hugo encontrava-se completamente apaixonado, e a beijou. Achou que não ia suportar tanta felicidade, tinha sido melhor noite de sua vida até então. Ele a olhou nos olhos e uma lagrima lhe correu a face, e disse mais sincero “Eu te amo!” Nunca tinha sido tão feliz assim.
Hugo teve a certeza que Júlia era à mulher de sua vida, e Júlia também esteve certa disso apartir do momento que se viram ainda naquele bar. Este foi o primeiro de muitos encontros, não conseguiam mais ficar longe um do outro. Ficaram apenas se encontrando por alguns meses O tempo ia passando e estavam cada vez mais apaixonados.
Logo começaram a namorar, e Júlia lhe ensinou a vida. Hugo começou a fazer amigos e conhecer muitas pessoas, nunca tinha sido tão feliz. Depois ficaram noivos, dois anos depois do primeiro encontro se casaram. Formaram uma família.
Hugo, agora, com 45 anos, mora em uma casa grande, tem dois filhos com Júlia, Marcos de cinco anos e a pequena Juliana de dois. Um ótimo emprego. Fez vários amigos. E agora seus olhos também brilhavam e um largo sorriso não lhe saia do rosto.
Estava na estrada em outra de suas viagens de trabalho, e veio na sua mente toda sua vida. E o resultado foi surpreendente, era muito feliz. Passou por aquele mesmo poste de seis anos atrás e já não tinha mais vontade de se matar, agora não queria mais saber por que não tinha morrido, queria aproveitar a vida e ser feliz com sua família. Uma lágrima correu em seu rosto, acompanhada de um grande sorriso.

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Desculpa a demora.
Ohh gente, tou aberta a opniões.
*Sujeito a mudanças!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Amor além da morte...

Quinta-feira, 11 de Janeiro.
Época de férias, toda minha família viajou e eu fiquei, para estudar, vestibular chegando, já passa das duas horas da manhã e eu ainda estava na frente do computador estudando. Meus dias se resumiam a isto.
Estava só em casa, ela é razoavelmente grande, dois andares, e a sala do computador fica na parte superior junto com o home theater, e a academia, os quartos, a cozinha e uma sala na parte inferior. Também havia uma casa inacabada no térreo.
Só o fato de está só em casa, a noite já é bastante sinistro. Então resolvi ligar o som, pra alegrar mais a casa. Foi quando coloquei meu CD internacional favorito, eu o ouvia muito, mas com certeza não estava arranhado. Estava ouvindo tranquilamente e até que chegou na minha música favorita e começou a surgir alguns ruídos então resmunguei: “Logo na minha música favorita!”. Mas continuei a prestar atenção, parecia que tinha uma voz e queria me dizer alguma coisa. Não sei se por causa do medo, mas eu escutei claramente alguém me dizer: “I’ll kill you! (Vou te matar!)”. Eu gelei. Meu coração parecia querer sair pela boca.
Puxei a tomada do som e saí como uma louca. Desci as escadas correndo, mas ao chegar na metade vi um vulto, olhei para o lado, e me desequilibrei. Caí. Rolei escada a baixo. Chegando lá não sentia minhas pernas, e me rastejei pavorosamente até o quarto da minha mãe. Tratei logo de trancar a porta. Chorei compulsivamente até dormir.
Acordei com o barulhinho do MSN (Victor =D acabou de entrar), tomei um susto, olhei ao redor, o som continuava a tocar, minhas pernas estavam boas, eu estava debruçada em frente ao computador, logo pensei: “Hum... foi só um pesadelo, tenho que parar de ler aqueles contos de terror.”.
Resolvi descer até a cozinha para tomar um copo d’água, estava com um copo de vidro nas mão quando a campainha tocou e eu pensei:”Quem será a esta hora da noite?”. Olhei na câmera de interfone e não vi ninguém, decido perguntar quem é. A voz disse: “Vou te matar!”. Gritei. Mas eu conheço esta voz, é a mesma do sonho. Então o copo quebra na minha mão e o sangue goteja, formando uma caveira. Corro pra lavar minha mão, e amarro um pano de prato pra estancar os cortes.
Eu não conseguia entender nada, tudo parecia confuso. Seria alguma brincadeira? Não. Eu nunca fiz mal a ninguém, quem queria me matar? Não, não podia ser. Há alguns anos atrás, um menino era apaixonado por mim. Seu nome eu Victor. Eu nunca dei bola pra ele. Até que um dia desesperado, ele me disse que se eu não ficasse com ele, ele se mataria. Eu ri e saí. Mas ele falava sério e se matou. Fique um tempo bolada com aquilo, eu também o amava e só descobri depois que ele se foi, mas me recuperei. Mas será? Isso já faz três anos.
Enquanto pensava comigo mesma, começou a chover. Tempestade de verão. Já não bastava tudo aquilo agora uma tempestade? Depois de uma série de relâpamgos e trovões, a energia foi embora.
O meu pânico já estava incontrolável. Fui correndo para minha cama me esconder. O cansaço foi mais forte, também já se passava das quatro da manhã. Dormir em um sono profundo. Acordei as dez da manhã, pensei que tudo aquilo fosse um sonho de novo, mas não foi. Minha mão ainda estava amarrada àquele pano, na cozinha ainda havia sangue, era mesmo real. O medo voltou a reinar.
Tentei ligar para meus avós, mas o telefone estava sem linha, à energia ainda não voltara e não pude abrir as portas.
O medo tomava conta de mim. Mas o fato de estar de dia me confortava. Ouvi um pouco de música no meu Ipod, e comi algumas coisinhas.
Meu dia se resumia em tédio e medo, pois a noite estava cada vez mais perto. Tentei dormir. Conseguir por algumas horas, mas foi pior. Acordei às onze da noite.
Vi um vulto novamente. Gritei, mas uma mão fria me calou. Desesperei-me. Virei para trás, era mesmo ele, Victor. Perguntei: “O que você quer aqui?”. Ele respondeu: “Vim te buscar, afinal de contas é por sua culpa que estou neste estado.” Eu não podia acreditar, sempre fui tão cética para estas coisas, e agora estava conversando com um defunto. Minha cabeça girava. Mas pude continuar a conversa: “Não foi minha culpa, eu não acreditei que você estava falando sério, você sempre foi de brincar”. Confesso que estremeci. Ele começou a chorar. Eu também. Ele me dizia, ainda chorando muito: “Eu te amo tanto, eu sei de tudo sobre você, mas você nunca se interessou por mim.”.
Naquele momento não agüentei e desabafei; “Eu também te amava! Só não sabia disso. Percebi depois de sua partida. Sofri muito.”. Ele parecia não acreditar. Mas me puxou com aquela mão fria e me deu um beijo. Foi o mais lindo de todos os beijos que já vi, o mais apaixonado e emocionante. Parecia aquela cena do filme ‘Ghost’. Ele sumiu.
Acordo com o barulhinho de MSN (Victor =D desligou-se), tomo um susto, olho ao redor, o som continua a tocar. Eu não posso acreditar um sonho novamente, olho para tela do computador e confirmo quinta-feira, 11 de janeiro (03h10min). Mas olho para minha mão, e ela esta cortada, desço até a cozinha. Vejo no armário e está faltando um copo. E olho pro chão, o sangue ainda estava lá, mas não fazia a forma de uma caveira e sim de um coração. Meu coração bate mais forte.
Chove lá fora.
Sento no chão e choro. Não consigo entender o que aconteceu, e vem na minha cabeça tudo de novo. Foi tão real.

sábado, 3 de maio de 2008

A janela...

Na cidade onde morava, Anna era uma menina normal. Tinha amigos, estudava em um colégio legal, sempre feliz. No auge dos seus 15 anos, com seus conflito e alegrias.
Tudo ia bem, até que um dia seu pai foi promovido e ela iria mudar de cidade, ia para uma cidade menor. Nossa, foi seu fim. Toda sua vida ficaria para trás...todos seus amigos....parentes...sua história. Mesmo insatisfeita teve que seguir sua família, que era somente ela, seu pai Tom, e sua mãe Carol. Mudaram-se para uma casa relativamente grande, era muito bonita, a cidade era litorânea, muito bonita também.
Apesar de sua infelicidade tentou se habituar a nova vida, começou a freqüentar a escola, novos colegas e tudo, mas não conseguia se habituar à nova realidade, sentia falta dos seus amigos, da sua rotina. Já se passou dois meses e ela não tinha feito nenhum amigo, na sua tristeza profunda começou a escrever, mesmo em seus contos era possível ver sua profunda depressão.
Ao contrário dela seus pais já estavam totalmente habituados e felizes com a nova vida, mesmo diante da tristeza de sua filha - que conseguia guardar muito bem seus sentimentos.
Agora como escritora passava muito tempo em seu quarto em frente ao computador, em meio um conto e suas crises de choro, teve mais tempo para observar seu quarto. Era um belo quarto, com uma cama de casal, um computador, uma TV, um guarda-roupa em formato de ‘L’ o quarto era em um tom bem clarinho de laranja.
Mas perante todas aquelas coisas o que mais lhe chamava atenção era a janela que ficava perto da sua cama, algo nela a fascinava, talvez a bela vista, ou a beleza de suas formas, ou pelo simples fato dela esta lá, sempre voltada ao mundo. Mal sabia Anna o que aquela janela faria em sua vida, que seria ela sua maior alegria e sua maior tristeza.
Na escola chamava a atenção de muitos garotos por sua beleza e sua intelectualidade, já as meninas a odiava, talvez por inveja ou pelo simples fato dela ignorá-las. Sua vida se resumia em uma rotina deprimente, até que um dia observando a janela, aquela mesma que a fascinava, lhe mostrou algo que mudaria sua vida.
Um menino, de no máximo 16 anos, não era bonito, na verdade apenas um branquelo franzino com cabelo castanho pra cima, e uma aparência tão triste quanto à dela, foi possível ver através daquele sorriso falso e daqueles olhos fundos e densos, era muito diferente dos outros meninos que conhecia.
Tinha algo nele que a fascinava, então não tirava os olhos dele. Ele percebeu e se entreolharam ela ficou com vergonha, mais ele lhe abriu aquele sorriso largo, o que o tornou totalmente apaixonante. Ela não sabia seu nome, seu endereço... Nada, mas o amava, não o tirava da cabeça, seus contos ficaram mais românticos.
Ficaram três semanas sem se verem, cada dia que se passava ficava mais encantada, já lhe dado nome, idade, tudo. Até que em um dia olhando a janela, o avistou ao longe, seu coração disparou, e pensou ‘Não estava sonhando, ele é real’. Ela não resistiu e gritou, e novamente ele abriu aquele sorriso largo, ele se dirigiu até a janela e se apresentou, seu nome era Lincoln.
Entre um papo e outro ambos deixaram escapar que estavam apaixonados, então um beijo aconteceu, foi um beijo diferente, não despertou nenhuma vontade sexual apenas uma vontade de estarem juntos, um beijo ingênuo e extremamente apaixonado.
Todos os dias se encontravam, naquele mesmo local e horário, ela se transformou, continuou a escrever, mas contos românticos. Agora tinha amigos, não muitos e nem uma relação forte, mas já era alguma coisa. Cada dia estava mais apaixonada, e nem reparava que ele sempre vinha com a mesma roupa, e nem que seu rosto era sempre frio, pois havia um intenso calor em seus olhos agora, diferente da primeira vez que se viram. Ele não falava muito sobre a vida dele nem sobre sua família.
Ele era totalmente uma incógnita para ela, mas ela sabia de tudo que queria, eles se amavam. Os dias iam passando e aquele amor ia se fortalecendo cada vez mais. Nunca saiam juntos, nunca os viram em publico, ele não queria e ela não se importava. Até que em um dia ele não apareceu mais.
Anna estava desesperada, não se via mais sem ele. Aquele amor foi intenso demais, não poderia acabar assim, mais ela não sabia nem seu endereço, nem seu telefone, nada. Só sabia seu nome Lincoln. Aquele nome em sua boca vinha como um beijo e lhe trazia o amor a sua vida. Mas agora, o seria dela sem ele? Perguntou a todos da rua da vizinhança se alguém o conhecia, e nada. Foi até o fórum da cidade a procura de algum registro dele. Havia o registro de um Lincoln, ele nasceu a dezoito anos atrás, mas morrido a dois.
Não podia ser ele, Anna descartou a possibilidade de ser seu amor, ele não tinha morrido, não há dois anos. Mas aos pouco foi ligando os fatos, ele tinha a face e as mão frias, sempre vinha com a mesma roupa - uma camisa azul, jeans e tênis-, sempre ia a direção ao cemitério, não sabia nada dele, mesmo ele sabendo de tudo dela.
Quando pergunto a causa da morte ela disse afogamento. Anna estremeceu, Lincoln morria de medo de água. Mas será? Não, era impossível pra Anna, ele ia voltar e esclarecer toda essa estória.
Passaram se vários dias ele não aparecia, aquilo tudo não saia da sua cabeça. Nada vazia sentido, mas se for olhar bem tudo fazia sentido. Mas como? Anna vivia em um conflito diário.
Até um dia recebe um bilhete, ele estava na sua janela, e dizia: “Eu não pude dizer antes, mas estou indo vc foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, ou melhor, na minha morte. Te amo, Lincoln.”
Anna chorou.
Não era brincadeira ninguém sabia de nada. Anna sabia como aquilo foi possível, era tão real, tão lindo, mas não era verdade. Anna descobriu o amor, de forma sinistra, mas aprendeu e pos em prática todo o seu amor. E hoje é feliz!

Mudanças

O que é você hoje?
O que foi você ontem?
Suas ideologias
Seus pensamentos
Sua forma de ver o mundo
São os mesmos?
Sua ultma foto
Sua imagem no espelho
São os mesmos?
Como pode ser assim?
Como diziam:
"Um metamorfose Ambulante"
Que bicho é esse?
Ele se cria em você a cada instante
Um ser totalmente errante
Com uma vida incostante
Algo eu posso dizer:
"Coisa sinistra é viver
Crescer
Aparecer."